Filhos e Drogas: O Que os Pais Precisam Saber

Atitudes de hoje podem causar dependência futura

Por Maurílio Mendonça – Jornal A Gazeta/ES – 04/10/2009

Se o seu filho começou a beber antes ou aos 13 anos, tomou a primeira dose longe de casa e com desconhecidos, hoje bebe quase todos os dias ou diariamente, ingere cinco ou mais doses e ainda toma porres com frequência, é melhor começar a se preocupar. Essas são algumas das características de jovens que poderão sofrer um maior impacto na vida por conta do consumo de bebida alcoólica.

Seja por problemas precoces de saúde, de dependência química ou pelos frequentes abusos no consumo do álcool, esses estudantes foram apontados pela pesquisa do portal educacional (www.educacional.com.br) como jovens que estão no grupo de risco.

“Os pais devem estar atentos a três fatores que classifiquem se seu filho tem ou poderá ter dependência química: referências sociais, como pais, amigos ou parentes que influenciam a beber e com frequência; psicológicas, como autoestima, ansiedade e depressão; e genética, no caso de familiares que sofram de vícios”, explica a psiquiatra Ana Cecília Marques.

Outras questões levantadas pela pesquisa referem-se a grupos de adolescentes com padrões de uso de bebida um pouco mais frequentes do que de outros que não enfrentam as mesmas situações. É o caso, por exemplo, de estudantes filhos de pais que nunca viveram juntos, que têm relação ruim ou péssima em casa ou que o pai ou a mãe bebem demais.

“Essas situações se referem a jovens que não têm referências familiares. Falta uma postura mais presente dos pais ou responsáveis, que controle as atitudes deles e sirvam de exemplos”, defende a psicóloga Angelita Scárdua.

Mas também há pontos classificados como fatores de proteção do jovem. É o caso, por exemplo, de adolescentes que experimentam alguma bebida alcoólica depois dos 16 anos, bebem pela primeira vez em casa e com os pais, uma ou duas vezes ao mês e sem exageros.

Para evitar que o consumo de bebida vire um hábito, é importante que ele tenha uma boa relação dentro de casa e pais que não bebam muito, por exemplo. “É a velha fórmula da boa educação: pais assumindo a postura de pais”, frisa Marques.

” Para os pais que sabem que os filhos bebem, uma solução é trazer o consumo para casa. Fica mais fácil controlar, além de abrir um diálogo para solução futura” Arion Carlos Ribeiro, psicólogo

Abra os olhos!

10 Coisas que você precisa saber sobre o seu filho

1 – Observe se seu filho mantém níveis razoáveis de higiene e vaidade. Jovens costumam ser muito vaidosos. Na adolescência, a aceitação do grupo é fator preponderante, por isso os jovens tendem a investir muito tempo na manutenção da aparência física. Mas, cuidado! Observe o estilo do seu filho, muitas vezes a displicência e o aparente desleixo percebido pelos adultos pode ser apenas a forma de se vestir de uma “tribo”. Manter o cabelo “despenteado” pode ser um sinal de vaidade tão forte quanto fazer chapinha toda semana! O fato é que a negligência com o próprio corpo, o desinteresse pela própria imagem, pode ser um indício de baixa auto-estima, e o envolvimento com drogas pode acentuar isso.

2 – Preste atenção à forma como seu filho expressa as emoções. Ele se sente confortável para rir e chorar na frente das pessoas, principalmente os mais íntimos? Ele consegue demonstrar raiva sem perder o controle repetidamente? Ele alterna demais os estados de humor ao longo do dia: hora irritado, hora depressivo, hora agitado, ansioso, triste quase sempre…Dificuldade acentuada para lidar com as próprias emoções pode indicar baixa auto-estima, e a variação de humor é quase sempre agravada pelo uso de drogas.

3 – Avalie a vida social do seu filho. Ele tem amigos? Ele apresenta os amigos à família? Ter uma vida social também é um sinal de autoconfiança e auto-estima positiva. Vida social não implica um milhão de amigos, se o seu filho anda sempre com um/dois amigos pode ser apenas porque ele é introvertido. O que define se a auto-estima vai bem ou não é se ele está satisfeito com os amigos que tem. Outra coisa é que quando o filho confia nos pais é comum ele querer compartilhar a vida social dele com a família. Isso não significa que ele vai contar tudo para papai e mamãe, mas que ele deseja que haja um intercâmbio entre os vários mundos que ele habita. Quando o filho tem uma vida social completamente desconhecida dos pais é preocupante, pode ser um sinal de que as companhias não são as melhores, ou de que os pais não estão dando a devida atenção ao filho…é aí que a droga encontra espaço para entrar na rotina de um jovem..

4 – Ao dialogar com o seu filho, observe o discurso dele, e compare com a prática. Ele faz o que diz? Ele se contradiz quando tem de contar a mesma história mais de uma vez? Ele condena nos outros hábitos e comportamentos que ele tem? Quando há coerência entre o que sentimos, pensamos e fazemos nos sentimos mais seguros e confiantes. Jovens suscetíveis às drogas tendem a apresentar maiores contradições entre o que dizem e fazem, pois eles costumam ser mais inseguros e tendem a ter uma visão distorcida deles mesmos. Mas, o exemplo parental é fundamental: pais que falam uma coisa e fazem outra podem estabelecer um padrão familiar de comportamentos e discursos contraditórios. Nesse caso, o filho pode só estar reproduzindo a lição aprendida em casa.

5 – Observe como o seu filho lida com as responsabilidades. Ele tende a assumir os próprios erros ou arruma culpados? Na maioria das vezes, ele costuma se organizar para cumprir as tarefas no prazo ou procrastina excessivamente? Ele espera que você, ou outro alguém, resolva os problemas para ele, ou ele “vai àluta”? Ele gasta mais do que tem e acha que é sua responsabilidade cobrir os gastos? Sentir-se responsável pelos próprios atos costuma ser um sinal de maturidade que previne o envolvimento com as drogas. Jovens acostumados à responsabilidade tendem a avaliar mais cuidadosamente as consequências das suas atitudes e, por isso mesmo, tendem a se envolver menos em situações de risco. Só que quem ensina responsbailidade ao filho são os pais. Você tem feito isso?

6 – Fique atento para a forma com que o seu filho lida com as dificuldades e os obstáculos. Ele desiste facilmente? Ele se desespera? Ele arruma culpados externos para as próprias derrotas? A dificuldade de lidar com o fracasso, a dúvida, o medo e a incerteza, assinala uma baixa tolerância à frustração. Pessoas com essa dificuldade tendem a querer “fugir” dos problemas, seja evitando as situações que as desafiam e as colocam em teste, seja eximindo-se da responsabilidade pelo ocorrido, seja por meio das drogas.

7 – A quantas anda o nível de agressividade do seu filho? Observe as reações do seu filho quando ele é contrariado. Ele reage agressivamente quando é apanhado fazendo algo que não deveria? Ele tem desafiado consistentemente a sua autoridade e a de professores? Ele tem se apropriado de dinheiro, ou bens, da casa sem autorização?…Quando um jovem começa a reagir com excesso de agressividade à autoridade dos adultos, pode ser um sinal de que ele não está em harmonia com os próprios atos. A culpa, e o sentimento de pouca valia, quase sempre acompanham as respostas emocionais de um jovem quando ele sente que está fazendo algo que pode decepcionar/magoar os pais. Às vezes, a dificuldade de lidar com esse sentimento pode levá-lo a reagir agressivamente. Agressividade sem controle pode ser um sinal de que as drogas atingiram seu filho, pois elas potencializam não apenas o comportamento agressivo como o sentimento de culpa do usuário.

8 – Você diria que seu filho tem facilidade para postergar a gratificação? Ou seja, ele é capaz de adiar uma atividade de lazer, uma satisfação imediata, para realizar uma tarefa com prazos e critérios? Seu filho é capaz de se empenhar num projeto, seja aprender tocar guitarra ou um cursinho pré-vestibular, do começo ao fim? Jovens que não têm um projeto, um objetivo, um sonho pessoal pelo qual estão dispostos a fazer alguns sacrifício, tendem a ser mais suscetíveis ao apelo das drogas. Aparentemente, na superfície, as drogas oferecem satisfação imediata sem a exigência de esforço.

9 – Preste atenção ao quanto o seu filho busca a sua opinião sobre os mais variados assuntos. Se o seu filho nunca conversa com você, talvez ele se sinta intimidado. Isso ocorre quando os pais tendem a julgar os filhos, desqualificando a opinião deles. Se você já se informou o suficiente, e por isso tem uma opinião formada sobre drogas, não se sinta no direito de simplesmente impor o seu ponto de vista. Ouça o que o seu filho tem a dizer, explique como você chegou à sua conclusão, ofereça argumentos racionais sobre o assunto. Quando os filhos não confiam na capacidade dos pais de orientá-los, eles se sentem perdidos. Jovens perdidos e sem orientação são presas mais fáceis para as drogas.

10 – Fique atento ao comportamento do seu filho, e procure conhecer a pessoa que ele é: como anda o desempenho escolar do seu filho? Ele está satisfeito com os amigos que tem? Ele se envolve em atividades de lazer? Ele namora ou quer namorar alguém? Do que ele gosta? Que tipo de música ele curte? Onde ele gosta de ir quando sai com os amigos? O que ele valoriza nas pessoas? Quais são os sonhos dele?…Alterações bruscas no comportamento podem ser um sinal de problemas, em especial os de ordem emocional. A perda de interesse nas coisas que antes pareciam prazerosas pode indicar frustração e desencanto com a vida. As drogas sempre se infiltram onde há falta de perspectivas. Quanto mais você conhecer o seu filho, mais chances você tem de perceber as mudanças que ocorrerem com ele, e de saber se essas mudanças são fruto do próprio desenvolvimento dele ou se são um sinal de qu algo não vai bem.

Fonte: Angelita Scardua, psicóloga

Mais de cinco doses a cada vez

Além de assumir que experimentaram alguma bebida alcoólica antes dos 18 anos, boa parte dos estudantes chega a ingerir álcool em grande quantidade. Entre os que bebem, metade diz consumir uma dose. Mas quase 14% disseram beber, pelo menos, cinco (o que correspondem a um quarto de uma garrafa de cachaça, ou a cinco latas de cerveja).

Três de cada dez entrevistados que bebem afirmam que o fazem até duas vezes ao mês, mesmo percentual para os que assumiram terem exagerado e tomado ao menos um porre na vida.

Segundo o médico João Chequer Bou-Habib, especialista em dependência química, o consumo de bebida alcoólica na adolescência pode representar sérios distúrbios na formação desses jovens, e em todos os aspectos: físico, psicológico, emocional e biológico.

Segundo Chequer, o álcool pode afetar até a formação de órgãos. “Dependendo de quanto se bebe e da frequência, pode provocar a formação incompleta de órgãos, como o fígado. Além de interferir no crescimento físico e na construção da personalidade. Também ajuda a criar jovens que, no futuro, terão dificuldade de tomar decisões”, cita o especialista.

O consumo na adolescência ainda pode antecipar o surgimento de doenças ligados ao excesso de álcool, como cirrose hepática, miocardiopatias (doença do coração), problemas neurológicos e distúrbios hormonais. “Tudo pode aparecer mais cedo”, frisa Chequer.

Eles aceitam as leis, mas se contradizem

Na hora de falar sério sobre a bebida alcoólica, os adolescentes se contradizem. A maioria considera o álcool uma droga, acha que os jovens bebem muito e é favorável às leis que proíbem a venda a menores de 18 anos e impede que dirijam sob o efeito do álcool.

Em contradição, 90% dos que bebem assumem ser fácil conseguir o que querem. Sobre a Lei Seca, 60% acham que deveria ser mais rígida e 28,4% concordam com a forma como está.

Esses dois percentuais refletem em outras questões: 45,5% dos adolescentes já pegaram carona com alguém que tinha bebido, e 29% têm algum amigo que se envolveu em acidente de carro depois de beber.

Para o psicólogo Arion Carlos Ribeiro, as respostas dos jovens representam a curiosidade comum da adolescência. “Ter a informação do que é certo ou errado não garante, necessariamente, o controle sobre o comportamento do jovem. Eles querem se expor ao risco. Cabe aos pais saber dialogar e evitar a situação”, afirma Ribeiro.

Mas há consequências depois que se bebe. Entre os estudantes, 27% se arrependeram de algo depois de beber, 23% passaram mal, 11 brigaram ou discutiram e 6% deixou de usar camisinha. Além disso, 27% tentou reduzir ou parar de beber nos últimos 12 meses.

Baixa autoestima: elas sofrem mais

Cuidados com a aparência, com o bem-estar, com o coração… “As meninas, durante a adolescência, sofrem mais com a autoestima do que os meninos”, frisa a psicóloga Angelita Scardua. E a pesquisa feita pelo portal educacional confirma: elas são mais ansiosas, desanimadas, impulsivas e insatisfeitas com o corpo do que eles.

As diferenças são significativas: 66% delas afirmaram ser ansiosas, contra quase 50% dos meninos. Elas também se sentem mais desanimadas: 33,6%, contra 21% deles. As mulheres também são impulsivas, o famoso pavio curto, em maior número: 44,3% em comparação aos 35,7% dos garotos.

A diferença maior, de quase 20 pontos percentuais, está na relação com o corpo. As adolescentes encontram mais defeitos, com 52,7% insatisfeitas; enquanto 33,2% dos estudantes do sexo masculino reclamam de algo.

“Essa insatisfação pode influenciar na forma como essas jovens vão encarar as barreiras na vida. Se não conseguir enfrentar as situações, a baixo auto-estima pode influenciar na criação de alguma fuga para tantas preocupações”, analisa Scardua.

Elas também experimentaram bebida alcoólica antes dos 18 anos mais do que eles: 67,7% de meninas contra 66% de garotos.

Análise

Angelita Scardua, Psicóloga

Quando falamos em drogas, prevenção e tratamento de uso destas por crianças, jovens e adolescentes, não há como não nos reportarmos ao papel essencial dos pais. As figuras parentais, pai e mãe, devem funcionar como referencial e suporte afetivo para seus filhos, já que a qualidade da experiência afetiva influi na forma como os jovens lidam com a percepção que têm deles mesmos e do mundo à volta. O termômetro da qualidade da relação afetiva entre pais e filhos é o diálogo. Pais e filhos que conseguem conversar, falar e ouvir, acerca dos pensamentos e dos sentimentos que povoam suas mentes, criam vínculos mais fortes e abrem espaço para a confiança mútua. Crianças e jovens que se desenvolvem em ambientes caracterizados pela conversa franca e aberta, que se sentem acolhidos, respeitados e protegidos, tendem a ter auto-estima positiva e a serem mais autoconfiantes.

Infelizmente, muitos pais confundem diálogo com falta de limites e regras. A habilidade para dialogar reside na capacidade de, ao mesmo tempo, ouvir o outro e de falar o que se pensa ser necessário e adequado de dizer. Quando os pais ouvem os seus filhos eles criam condições para entenderem as motivações do filho. Ou seja, entendem o porquê do filho fazer essa ou aquela escolha, e mesmo o porquê dele não conseguir fazer nenhuma. Sem esse entendimento não é possível para os pais orientar o filho, ajudá-lo a entender as consequências das escolhas que ele está fazendo. E esse é um dos principais papéis dos pais: estabelecer regras e normas orientadoras que propiciem ao filho o aprendizado da responsabilidade. Responsabilidade se aprende quando temos que enfrentar as consequências daquilo que fazemos. Quando os pais não dizem ‘não” eles criam pessoas irresponsáveis, indivíduos incapazes de avaliar o próprio desejo e os custos (físicos e emocionais) para realizá-lo.

Quando os pais nunca dizem “não”, não há diálogo entre as partes, há a sujeição dos pais ao desejo do filho, e a educação se torna permissiva. Filhos sem limites têm a sensação de que podem fazer tudo o que quiserem em nome do prazer e da satisfação imediata de suas vontades, sem qualquer responsabilidade por isso. O oposto também exerce o mesmo efeito sobre a psiquê da criança e do jovem. Como assim? Pais extremamente autoritários, que são inflexíveis e não dialogam com seus filhos, submetem as crianças à própria vontade e tendem a criar pessoas inseguras. Os filhos dos pais autoritários, assim como os de pais permissivos, não aprendem a ser responsáveis por seus atos. Isso ocorre porque os pais autoritários não deixam espaço para que seus filhos aprendam a escolher e, portanto, a lidar com as consequências de suas escolhas. Enquanto a criança criada na permissividade assimila a idéia de que – “se eu quero, eu posso. Se eu posso, eu faço”; a criança que cresce sob as amarras do autoritarismo internaliza o sentimento de que ela não é capaz de fazer escolhas. Se uma corre o risco de sucumbir às drogas pela busca desenfreada pelo prazer, a outra pode ser levada à droga pelo costume de obedecer e seguir o desejo daqueles que ela percebe como sendo mais fortes, importantes, etc.

Se o diálogo é a semente de uma relação saudável entre pais e filhos, o solo fértil para essa semente é o cotidiano familiar. Muitos pais acreditam que o diálogo deve ser uma ocasião especial, um evento necessário quando surgem as suspeitas de problemas. Erro crasso! O diálogo deve ocorrer o tempo todo, na mesa de jantar, em frente a televisão, no caminho para a escola, no lazer…a todo momento. Conversando com seus filhos, os pais podem conhecer-lhes as angustias, as frustrações, os sonhos e os medos. Assim nasce o canal de comunicação por meio do qual os pais podem orientar e acolher os seus filhos. Os pais que querem prevenir o uso de drogas por seus filhos devem inserir o assunto nas conversas do dia-a-dia, sempre que for possível. Não dá para pensar que um belo e único dia, senta-se com o filho para conversar sobre drogas e todo o assunto é esgotado. Por isso é importante que os pais se informem, leiam sobre o assunto, busquem informações em fontes confiáveis e isentas. É esse envolvimento com o assunto que permitirá aos pais avaliarem as próprias percepções sobre as drogas e, assim, definir os parâmetros com os quais orientarão os seus filhos.

Imagem: “Eu vi a agulha e o estrago feito” (detalhe) por Erwin Bosman, em 1x.com

Um comentário sobre “Filhos e Drogas: O Que os Pais Precisam Saber

  1. É muito bacana a gente poder obter ajuda,orientação sobre assuntos que metem medo mesmo,e nem sempre sabemos como agir.
    À você Angelita e toda produção que a ajudou na edição desta matéria. Meu muito obrigado.
    Sou mãe, e desde já quero saber como posso ajudar meu filho com o meu melhor. Não quero esperar acontecer nada com ele primeiro pra eu me posicionar. Quero fazer a diferença na vida dele agora.
    Como filhos não vem com manual de instruções né,rsrsrsrs
    Contamos com a ajuda de pessoas abençoadas por Deus ,que dispõe de um pouco de seu tempo pra orientar-nos e assim juntos podermos construir uma sociedade melhor.
    Obrigado, fique com Deus.

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