A Árvore e os Sentidos do Natal

Os Sentidos da Felicidade

Se parássemos um só minuto e prestássemos atenção à flexa inexorável do tempo, veríamos que independentemente da nossa vontade as cidades se transformam, as árvores dão lugar a prédios e ruas, os amigos se mudam, as crianças crescem, nós envelhecemos, e a vida segue seu curso. A vida se renova, mas esquecemos disso.

Em tempos muito remotos nossos antepassados celebravam a dinâmica da vida comemorando a alternância do tempo. À semeadura e à colheita, à sobrevivência, enfim, se associava a mudança das estações, porque dela dependiam os recursos que nossa espécie precisava para nutrir os sentidos. Comer, abrigar-se, curar os males do corpo, reproduzir… A essência da vida humana dependia no passado, como hoje, do uso dos sentidos: as ferramentas que utilizamos para mapear o mundo e fazer escolhas.

A bússola da realidade vivida pelos nossos ancestrais – a que eles utilizavam para traçar o mapa do mundo conhecido –…

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